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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Declaração de Sheilla compromete participação na seleção brasileira de voleibol






Sheilla Castro, jogadora da seleção brasileira de voleibol feminino, fez uma declaração, no mínimo, polêmica e que repercutiu nas redes sociais após a divulgação do resultado do 2º turno da eleição presidencial entre Aécio Neves e Dilma Rousseff, no último domingo, 26 de outubro de 2014.
Sheilla, que atualmente, na temporada 2014/2015, joga pela equipe do Vakif Bank/Stambul da Turquia, postou o seguinte em seu perfil no Twitter (ver aqui), conhecida rede social:
Com todo o respeito a quem pensa em sentido contrário, ela é uma atleta que representa o Brasil em competições internacionais e não poderia ter sido mais infeliz em sua declaração. Penso que o que ela escreveu, caso não haja a devida e exigida retratação, é motivo mais do que suficiente para ser banida para sempre da seleção brasileira de voleibol feminino. E a retratação está longe de acontecer, pois Sheilla até hoje manteve o que escreveu em seu perfil no Twitter, post que conta atualmente com 1398 retweets e 1535 curtidas.  Uma declaração dessa é completamente incompatível com a condição de atleta que veste a camisa da seleção brasileira de voleibol feminino. Não tem mais a menor condição moral de jogar pela seleção brasileira.
O comentário desairoso sobre o Brasil e também sobre Cuba é uma vergonha, inadmissível para uma atleta profissional e que inclusive joga contra Cuba nas competições internacionais. Deu a Cuba um sentido grosseiramente pejorativo, algo que ela não quer que seja repetido no Brasil, ao ponto de manter distância do país natal. Isso é muito ofensivo. É inclusive desnecessariamente ofensivo, por isso ela tem que ser punida com mais rigor, se não se retratar. Uma atleta da seleção brasileira se referir nesses termos desrespeitosos ao seu próprio país é a mais completa falta de noção mínima sobre as coisas.
A declaração, sem dúvida, é incompatível com uma atleta que representa o país. Sou favorável a que ela nunca mais seja convocada. Destilou ódio e intolerância incompatíveis para uma atleta de alto nível. Desrespeitou o Brasil e Cuba, tudo porque o candidato dela, Aécio Neves, não venceu a eleição.
A confiança que ela seria normalmente depositária enquanto atleta que representa o país ficou seriamente comprometida. O mínimo que se espera de quem representa o país é respeito, tanto pelo Brasil quanto pelos demais países, independentemente de quem esteja ocupando o cargo de presidente da república. Uma atleta brasileira que desrespeita nações e povos, inclusive o próprio país natal, não está à altura do papel. Como ela "agora" não vai voltar "mesmo pro Brasil" (sic), não poderá disputar a Olimpíada de 2016 no Rio. Simples. É o melhor a fazer, não jogar mais pelo Brasil. Ninguém lançará suspeitas quando ela errar numa partida.
O problema mais grave na declaração feita no Twitter é justamente esse, qual seja, lança suspeitas sobre o quanto ela se dedicará ao Brasil em quadra daqui em diante. Transferiu a diferença política que ela tem com o PT para o país e o povo que elegeu Dilma. Abalou seriamente a confiança. Caso não se retrate, de forma convincente, não deve mais ser convocada para jogar na seleção brasileira. Não por não votar em Dilma, frise-se. Mas sim por exibir ódio e intolerância para com o Brasil apenas porque Aécio não foi eleito. Comprometeu severamente a sua idoneidade enquanto atleta.
Ressalte-se, por fim, que quem colocou a ideologia política acima da participação esportiva foi Sheilla Castro e não o autor destas linhas. Pelo visto,  ela só se sente bem representando o Brasil se o político do PSDB no qual ela vota ou apoia estiver no poder em Brasília. Somente isso já a descredencia a jogar pela seleção brasileira, pois Aécio Neves, o candidato que ela gostaria que ganhasse a eleição, perdeu para Dilma Rousseff, reeleita, no último domingo, democraticamente pela maioria do povo brasileiro, presidenta da república pelos próximos quatro anos.
FONTE:http://jornalggn.com.br
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