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sábado, 31 de janeiro de 2015

Falta de água e multa. Paulistas punidos em dobro por culpa de Alckmin






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Carlos Thadeu:  “O governo do Estado tem sido o mais opaco, reativo e autoritário”
por Conceição Lemes

Desde 8 de janeiro de 2015, está em vigor em 31 cidades atendidas pela Sabesp, inclusive São Paulo, atarifa de contingência da águatambém chamada de multa, ou sobretaxa.

Ela será de 40% para quem consumir até 20% acima da média registrada entre fevereiro de 2013 e janeiro de 2014. Caso o consumo exceda a média de 20%, a multa será de 100%.

A Arsesp (agência reguladora de saneamento e energia ligada ao governo do Estado) convocou para 29 de dezembro de 2014 uma audiência pública para deliberar pela autorização ou veto à sobretaxa proposta pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB).

Mesmo marcada para antevéspera do Ano Novo, quatro entidades compareceram. Durante audiência, depois em documento enviado à Arsesp, elas se manifestaram contra a cobrança da taxa sem que o governador decretasse oficialmente o racionamento, ou rodízio.

A Arsesp ignorou as entidades e aprovou a cobrança da multa.

Edson Aparecido da Silva, coordenador da coordenador da Frente Nacional pelo Saneamento Ambiental, denunciou ao Viomundo: “A audiência foi só para cumprir uma formalidade legal. A decisão já estava acertada com Alckmin. Jogo de cartas marcadas. Má-fé. Desrespeito com as entidades que compareceram à audiência e com a sociedade em geral”.

O advogado  Carlos Thadeu compareceu à reunião, representando o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

“Falta água e sobretaxa.Nós estamos sendo duplamente penalizados pelo que o Alckmin deixou de fazer”, denuncia Carlos Thadeu, em entrevista ao Viomundo. “A Sabesp teve lucro líquido de 13 bilhões de 2003 pra cá. Reinvestiu uma parte, mas mandou a maioria pros investidores.”

“O governo federal deveria impor condições para emprestar dinheiro ao Estado de São Paulo”, defende. “Os prefeitos têm sua responsabilidade também. Campinas está em crise, Itu não tem mais água, a lista vai aumentar. Mas o governo do Estado tem sido o mais opaco, reativo e autoritário até aqui.”

Segue a íntegra da nossa entrevista com o advogado do Idec.

Viomundo – Qual a posição do Idec em relação à crise hídrica?

Carlos Thadeu – O Idec sempre defenderá o uso racional de recursos naturais. Por isso, numa hora de crise, não podemos ser contra medidas que se façam necessárias, independentemente de quem é a responsabilidade pela situação.

Viomundo – O senhor se refere à cobrança da multa da água?

Carlos Thadeu  – Sim, é uma das medidas. Agora, exigimos que sejam tomadas dentro da lei, respeitando os direitos do consumidor e do cidadão, as pessoas mais vulneráveis econômica ou socialmente.  É fundamental também – e sempre! – que a população seja informada e participe das decisões. E, sobretudo,que as decisões sejam tomadas com base no princípio da justiça. Em situações de crise, alguns podem arcar mais que outros com as limitações.

Viomundo – O Idec tentou diálogo com o governador, o secretário ou a Sabesp?

Carlos Thadeu  -- Claro. Desde o ano passado buscamos o diálogo. Falamos com assessores do governador, recebemos a Sabesp na nossa sede, ouvimos deles explicações técnicas e a única coisa que pedimos naquele momento foi: transparência, respeito e informação à população. Eles nunca atenderam nossos pedidos.

Viomundo – Apesar de o governador não ter declarado oficialmente o racionamento, ou o rodízio, o governador decidiu cobrar a sobretaxa.  O que acha disso?

Carlos Thadeu — O governador passou por cima do Código de Defesa do Consumidor e da lei Federal de Saneamento. E ele que diz ser um dos autores do Código do Consumidor…  Na verdade, foi só relator.
O governador viola a lei, não ouve a sociedade, os outros representantes políticos, especialistas. Enfim, assume uma postura imperial e, sobretudo, equivocada.

A sobretaxa é ilegal se não for declarado o racionamento. Não é mero detalhe jurídico.
A lei impõe isso e essa condição afasta a judicialização. Portanto, contribui para o sucesso da medida. Além disso, ela traz responsabilidades para o governo, como a exposição de um plano de contingência, aplicação dos recursos, etc. E, acima de tudo, traz a público a situação emergencial.
Viomundo – O que o Idec fará?

Carlos Thadeu  – O Idec vai buscar sempre o diálogo onde ele couber. Mas, neste caso, vamos recorrer a medidas judiciais. Mas queremos fazer isso com calma, com os parceiros que temos encontrado, como a Aliança pela Água, Comissão de Defesa do Consumidor da OAB-SP e a Frente Nacional pelo Saneamento Ambiental.

Creio que, enquanto a multa não for suspensa ou reformulada, o consumidor e o cidadão devem brigar por seus direitos.

Viomundo – De que forma?

Carlos Thadeu — Por exemplo, se um condomínio de baixa renda não conseguiu economizar porque sequer dispõe de medidores individualizados e sofreu a sobretaxa, deve recorrer. Primeiro à Sabesp. Se não funcionar, ir à Justiça.

Uma coisa importante no direito do consumidor: quando alguém é vítima de cobrança considerada indevida, a Justiça pode determinar a devolução em dobro ao consumidor. A Sabesp deve ficar atenta.

Viomundo — Não é paradoxal nós, cidadãos, sermos cobrados por algo que o governo Alckmin não fez?

Carlos Thadeu –  Claro que há um sentimento de injustiça, porque nós não causamos a crise e agora temos de pagar. Mas, para superar situações, às vezes isso é necessário. Só que é preciso respeitar o Estado Democrático de Direito, como já disse.

Nada disso elimina a discussão sobre as causas e responsabilidades do governo nesta crise, que são inúmeras e vão além da falta de investimento e das perdas de água por falta de manutenção da rede pela Sabesp.  Elas chegam à questão ambiental, por exemplo. O governador está com uma lei na sua mesa para ser sancionada que piora o já péssimo Código Florestal Brasileiro. Isso é inconstitucional

Viomundo – Nós não estamos sendo penalizados duplamente (falta de água e sobretaxa) enquanto o governador segue mentindo para a população que a culpa é de São Pedro?

Carlos Thadeu– Falta água e tarifa de contingência, ou sobretaxa.Nós estamos sendo duplamente penalizados pelo que o Alckmin deixou de faze. A Sabesp teve lucro líquido de 13 bilhões de 2003 pra cá. Reinvestiu uma parte, mas mandou a maioria para os investidores.

A culpa é, sim, dos governantes! Não adianta carrear mais dinheiro pra obras faraônicas, que vão alimentar as mesmas empreiteiras e os dutos da corrupção.

O governo federal deveria impor condições para emprestar dinheiro ao Estado de São Paulo. Os prefeitos têm sua responsabilidade também. Campinas está em crise, Itu não tem mais água, a lista vai aumentar. Mas o governo do Estado tem sido o mais opaco, reativo e autoritário até aqui.
Infelizmente, a crise está só começando. Se os especialistas estiverem certos, teremos saudades dos dias de hoje e será o caos nas cidades.

Por que tanto ódio ao PT? Marx explica tudo






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O ódio ao PT Paulo Metri, no Correio da Cidadania

Nos últimos tempos, têm pessoas, principalmente da classe média, que odeiam com toda alma o PT. Não conseguem pensar com isenção sobre qualquer questão em que este partido esteja envolvido. Reagem emocionalmente, inclusive sem a possibilidade de existir um diálogo construtivo com elas. Não ouvem argumento algum se ele ressaltar um aspecto positivo do PT. Esta reação emocional é, em grande parte, de responsabilidade da mídia tradicional, que é parte integrante do capital. Os transbordantes de ódio nem entendem que são manipulados.

Assim, em que se baseia o ódio ao PT? A disseminação de ódio a quem está no poder por quem quer passar a deter este poder é velha na política. Foi isto que Carlos Lacerda fez com relação a Getúlio Vargas, buscando transmitir a idéia que existia um “mar de lama no Palácio do Catete”, acusação esta nunca comprovada. Portanto, não acreditem que o PT é o partido mais corrupto de todos os tempos. Existem integrantes dele, inclusive alguns da cúpula, que foram flagrados em transgressões com o dinheiro público, assim como existem idênticos políticos em outros partidos.

Recuperando a história, a população não ficou tão indignada com os roubos dos anões do orçamento, dos governadores que se beneficiavam com os precatórios, de Jorgina de Freitas, de Celso Pitta e daqueles que facilitaram a vida dos bancos Marka e FonteCindam. Tristemente, escândalos de roubos, no Brasil, existem em profusão. A sociedade brasileira foi, até recentemente, muito complacente com os larápios do dinheiro público.

De uma hora para outra, em atitude louvável, uma parte da sociedade começou a não perdoar os desvios comprovados de políticos. Não casualmente, na fase em que o PT está no poder. É claro que a horda descontrolada, exatamente como a mídia a moldou, começou também a acusar sem provas. É uma pena que esta atitude de não transigir com políticos corruptos não tenha surgido anos atrás, pois a Vale do Rio Doce poderia não ter sido vendida tão barata ou se teria descoberto qual era o “limite da irresponsabilidade”, que um tucano de alto escalão mencionou estar vivendo durante a privatização da telefonia.

Então, a pergunta principal passa a ser a razão por que esta correta aversão à corrupção só apareceu tão forte durante a fase do PT no poder. Notar que não estou eximindo de culpa os petistas ou membros de qualquer partido que foram flagrados. Eles devem ser julgados e, se a justiça determinar, devem cumprir suas penas. Respondendo à pergunta, a mídia do capital é a atual “descobridora” da ética na política, um pouco atrasada, mas, ainda assim, uma ação louvável. Exagerou-se na dose de indução do repúdio ao roubo, porque esta mídia tinha o único interesse de colocar um grupo ligado a ela, de “verdadeiros vestais”, no poder e a bandeira da ética veio a calhar.

É certo que a mídia aliada do capital plantou as sementes de ódio contra o PT, mas existiam terrenos férteis. Muitas pessoas buscavam argumentos para terem ódio ao PT, o que traz a nova dúvida. Por que isso? Muitas pessoas têm ódio ao PT pelos seus méritos, apesar de declararem que é pelos seus erros. O PT tirou mais de 30 milhões de pessoas da miséria e mais de 46 milhões saíram da pobreza e foram para a classe média. Trata-se de um feito enorme. Além disso, o PT facilitou a entrada dos filhos dos pobres nas universidades. Resumindo, nunca se viu, neste país, uma melhoria das condições sociais do nosso povo como esta proporcionada pelos governos petistas. Getúlio e Jango, que eram compromissados socialmente, não fizeram tanto, mesmo sendo guardadas as proporções.

É interessante que, para muitos representantes da classe rica, a mobilidade social promovida pelo PT não foi tão ruim. Por um lado, os salários mais altos significam a diminuição da lucratividade. Por outro, representam também maior demanda por produtos e serviços e a possibilidade de expansão dos negócios com aumento dos lucros. O problema mesmo vem da classe média, que tem sido penalizada injustamente por diversos governos, através da inflação de muitos dos seus itens de consumo, superior à inflação oficial, que corrige seus salários. Esta classe, que é composta basicamente de assalariados, profissionais liberais e pequenos empreendedores, não tem, por exemplo, a tabela de imposto de renda corrigida devido à inflação, o que representa um acréscimo do imposto. Enfim, ela tem razão suficiente para se sentir desprotegida por vários governos, inclusive o dos petistas.
Entretanto, o pior para a classe média é ela se sentir ameaçada com a ascensão de inúmeros competidores. Mais que isto, ela se sente atropelada por pessoas que julga vulgares, porque os restaurantes, os cinemas, enfim, os locais que gosta de frequentar passaram a ficar superlotados. As modas usadas por ela passaram a ser usadas também pela “nova classe média”. As viagens de avião passaram a ter que ser compartilhadas com pessoas que, antes, só viajavam de ônibus. Neste sentido, causou espanto o artigo de uma representante da classe rica em que ela dizia não se conformar com ter que encontrar seu porteiro nos destinos que, antes, eram exclusivos da sua classe.

Desta forma, quem melhor explica a razão principal para se odiar tanto o PT é Marx. Afinal de contas, este partido ousou diminuir o estoque de mão-de-obra barata, quase escrava. Aquela mão-de-obra que aceita qualquer oferta de pagamento, pois tem medo de ir para o grupo dos miseráveis, onde a fome campeia. Neste contexto, a existência dos miseráveis é importante para criar medo aos rebeldes que não se conformam com as condições que lhes impingem. Suas mais-valias precisam ser retiradas.

Peço ao leitor que, em exercício de abstração, se imagine um miserável. Sua vida toda foi acompanhada de uma sequência de agressões, sem conseguir se lembrar desde quando. Lembre-se de muita fome, persistente, que a comida escassa nunca abate. Lembre-se das dores físicas oriundas das pancadas dadas por adultos e crianças mais velhas, até as dos bandidos e policiais de hoje. Lembre-se dos sofrimentos quando seu corpo não está bem, o que é frequente, e das filas no atendimento de saúde pública, que é a sua única esperança para aliviar a dor. Lembre-se como é perigoso e duro dormir na rua. Lembre-se da humilhação quando pretende um emprego e não consegue por falta de instrução. Lembre-se de como outros lhe enganam e roubam. Lembre-se que não há um momento de descanso nem de paz. Agora, imagine um governo, que você não sabe nem de onde surgiu e espanta a maior parte destas mazelas.

Por tudo isso, o partido PT merece respeito. Quem não tiver respeito a este partido, a bem da verdade, está desrespeitando a solidariedade humana. Não se pode enxovalhar um conjunto inteiro de integrantes de um partido por causa de um número bem menor de seus representantes que foram crápulas. Eu sou crítico em muitos pontos dos governos do PT, o que já está em outros artigos. Mas reconheço o grande feito da mobilidade social realizado pelo PT. Finalizando, não sou filiado ao PT e nem a outro partido político, porque acredito ser recomendável não ser filiado a qualquer um para ter inteira liberdade ao escrever textos.

Paulo Metri é conselheiro do Clube de Engenharia e colunista do Correio da Cidadania

Alckmin já ameaça cortar totalmente a água em 5 dias da semana.







Vai ser um problemão tomar banho só duas vezes na semana com esse calorão em São Paulo.
 E o vaso sanitário? Não dá para segurar de segunda até sábado as necessidades fisiológicas. Se a família tiver 4 ou mais pessoas, então a coisa vira estado de calamidade na casa.

O comércio, bares, restaurantes, shopping, hotéis, escolas podem passar pelo mesmo perrengue.

O diretor metropolitano da Sabesp (companhia de água e esgoto), Paulo Massato Yoshimoto, em visita a cidade de Suzano, ao lado do governador de SP, Geraldo Alckmin (PSDB), aterrorizou a população paulista com um aviso:
"... para reduzir 15 metros cúbicos por segundos no Cantareira precisaria de um rodízio de dois dias com água por cinco dias sem água. Se for necessário, para não chegar no zero na represa, não ter mais água nenhuma para distribuir, lá no limite, se as obras não avançarem na velocidade que estamos planejando, podemos correr esse risco de um rodízio drástico”, disse.
Ou seja, há o sério risco de cada casa ter água só dois dias na semana e nos outros cinco dias a água ficar cortada. Isso, para não ficar os 7 dias sem água com o Cantareira totalmente seco.

E o governador tucano falou na campanha eleitoral que a população podia ficar tranquila que estava tudo sob controle e garantiu que não haveria racionamento. Só se for para ele e a sua família.

Com as outras TVs mostrando e a Sabesp já admitindo que está "reduzindo a pressão" como medida disfarçada de racionamento, nem a TV Globo tucana teve jeito esconder e ameaça do Alckmin de cortar a água por 5 dias na semana foi parar no Jornal Nacional.
Por:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.in/

Banco acusa funcionária de erro que levou Cerveró para cadeia





Bradesco passa informação errada sobre saque atribuído a Cerveró, que, por isso, foi parar na cadeia
Banco diz que funcionária se "confundiu" ao informar transação que, Cerveró não fez, ao Coaf
 O Bradesco encaminhou ofício à Justiça Federal do Paraná alegando ter ocorrido um "erro humano" na informação repassada pelo banco ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre um saque de R$ 200 mil em espécie que teria sido feito pelo ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró em uma conta da Destilaria Vale do Paracatu Agroenergia, fornecedora da estatal.

A informação sobre o saque constava de relatório do Coaf anexado ao processo que resultou na prisão preventiva do ex-diretor, em 14 de janeiro. No documento, o Bradesco diz que, após o Globo ter publicado o relatório, verificou que a funcionária do banco encarregada do lançamento ao Coaf teria "confundido a movimentação de duas empresas, clientes deste banco, que realizaram somente operações de transferências entre contas de mesma titularidade".

 Não foi explicado como dados de Cerveró apareceram no documento. O advogado de Cerveró, Edson Ribeiro, disse que houve "erro muito grave" que contribuiu para a prisão do cliente.

Cerveró vai processar Bradesco por erro ao informar Coaf

Da Agência Estado

O ex-diretor da Área Internacional da Petrobrás Nestor Cerveró processará o banco Bradesco por danos morais, após a instituição financeira reconhecer um erro no envio de informações ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), em 2011, indicando que o executivo teria sacado R$ 200 mil em espécie da conta de uma usina de etanol instalada em Paracatu, interior de Minas Gerais, fornecedora da estatal.

O erro foi reconhecido em petição juntada na última sexta-feira, dia 23, a um dos processos que correm na Justiça Federal do Paraná, sob responsabilidade do juiz Sergio Moro

Para o advogado, o dano moral é grave porque a suposta movimentação financeira foi um dos argumentos usados pelo juiz Moro para embasar o novo pedido de prisão preventiva contra Cerveró, decretado na quinta-feira, dia 22. Além disso, o caso foi noticiado na imprensa e, como a informação era creditada a um órgão oficial, a versão da defesa ficava com menos credibilidade. "O Bradesco prejudicou em muito a imagem do Nestor", afirmou Ribeiro.

Cerveró foi preso na madrugada do último dia 13 para o 14, no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio, ao voltar de Londres. A prisão preventiva fora decretada no dia 1º - o decreto do dia 22 veio a substituir esse. O ex-diretor está preso na Superintendência da Polícia Federal de Curitiba.

Por:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.in/

Site recebe sugestões da sociedade para regulamentar Marco Civil da Internet






Aprovada em 2014 pelo Congresso, lei estabelece princípios, direitos e deveres dos diversos atores da rede.

O governo federal lança nesta quarta (28) uma plataforma digital que permitirá a qualquer pessoa conectada participar da regulamentação do Marco Civil da Internet.

O Marco Civil estabelece princípios legais, além de direitos e deveres  Criado também após consultas on-line, ele é celebrado pelo governo Dilma Rousseff por ter alcançado reconhecimento internacional logo após o escândalo mundial criado pelas revelações de espionagem ilegal feitas pelo americano Edward Snowden.

O processo, que começa hoje, por meio do site www.marcocivil.mj.gov.br , tem como objetivo gerar, por 30 dias, comentários que serão usados pelo governo para embasar futuro decreto presidencial, em que diversos aspectos da lei que ainda estão em aberto serão detalhados.

A consulta pública será dividida em três eixos. O primeiro se refere à chamada "neutralidade de rede". O termo descreve o tratamento isonômico, por parte dos provedores, de todo tipo de informação que transita pela rede.

De acordo com esse princípio, embutido no design original da internet, uma empresa não pode, por exemplo, bloquear ou deteriorar a velocidade de um pacote de dados para prejudicar um concorrente comercial.

O Marco Civil prevê, no entanto, que em algumas situações ("requisitos técnicos indispensáveis à prestação adequada dos serviços e aplicações" e "priorização a serviços de emergência") a neutralidade poderá ser violada.

O segundo eixo de consulta se refere à guarda de registros de conexão à rede ou de acesso a serviços e aplicativos criados por empresas em relação à atividade de usuários. O problema a ser resolvido é definir que provedores estão sujeitos à lei e explicar como, exatamente, deve ser essa guarda. O terceiro eixo especificará como as empresas preservarão, na prática, a privacidade dos cidadãos.

Empresas e sociedade civil também devem participar.

DADOS PESSOAIS

O governo também lança hoje uma segunda plataforma digital (www.dadospessoais.mj.gov.br) para debater outra iniciativa legal: um projeto de lei para aprofundar a proteção de dados pessoais. A consulta deve basear um futuro projeto de lei a ser discutido pelo Congresso.

Produtores cadastrados no PAA,fazem doações de produtos para comunidade





Produtores cadastrados no Programa de Aquisição de Alimentos(PAA), começam a entregar na Secretaria de Agricultura, produtos da agricultura familiar para serem doados a entidades e pessoas carentes.


O secretário de Agricultura,Reinaldo Brito de Carvalho,juntamente com alguns produtores que são cadastrados no Programa de Aquisição de Alimentos(PAA).

Esse programas tem ajudado famílias que sobrevivem da produção rural e promove uma maior valorização dos mesmos que são vistos com mais respeito e pode desenvolverem suas atividades de maneira mais digna.

O secretário Reinaldo está realizando um ótimo  trabalho,a população baixa-grandense é testemunha da sua labuta e dedicação.

A secretária ganhou mais visibilidade e aproximou dos produtores rurais,abrindo espaço para o dialogo e parcerias entre as partes.

Quero parabenizar a todos os(as) produtores(as) rurais pela grande contribuição que está dando ao nosso município,pois é da zona rural que vem o sustento para as famílias baixa-grandenses,independente de sua localização geográfica,a vida se renova no campo e faz a esperança tornar mais fortalecida,é do campo que vem a força que ergue os grandes centros e os fundamentos do atual desenvolvimento.

Por:Roque da Mota
Redação dos blogs:Baixa Grande,Orgulho Nosso

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Minas extingue cabide de empregos do PSDB






Criado para priorizar políticas públicas, EPE sai de cena sem mostrar a eficácia prometida pelo “choque de gestão” tucano



Triunvirato tucano: choque de gestão furado e cabides de emprego
Sobraram apenas 30 dos 116 funcionários do Escritório de Prioridades Estratégicas (EPE) do governo de Minas Gerais. Em pouco menos de um mês, a administração petista do governador Fernando Pimentel se deparou com um cabide de empregos criado pelo governo tucano. O órgão, agora, será absorvido agora pela Secretaria de Governo.

O escritório foi criado em janeiro de 2011 pelo ex-governador e agora senador tucano Antônio Anastasia. O papel do órgão seria contribuir na definição e execução das prioridades estratégicas do estado no contexto do “choque de gestão” do PSDB mineiro.

Com status de secretaria de estado, o escritório era um órgão autônomo, ligado diretamente ao gabinete do governador. Um total de 86 servidores do órgão, todos em cargos de confiança, acabaram demitidos pelo secretário Odair Cunha, novo titular da pasta.

Do quadro funcional do EPE, só restaram 25% dos servidores, a serem aproveitados na realocação da equipe na secretaria. Ou seja, 75% deles foram considerados quadro excedente e dispensável, sem condições de aproveitamento.

Legado tucano – Os tucanos governaram Minas Gerais por doze anos, de 2003 a 2014. O senador Aécio Neves, derrotado pela presidenta Dilma Rousseff na eleição de 2014, foi o mais longevo, considerado padrão de referência do grupo: ficou quase oito anos no poder e deu lugar ao vice, Antônio Anastasia, em abril de 2010.

Empossado, o vice virou titular e se manteve no cargo na condição de governador eleito entre 2011 e início de 2014. No início do ano passado, Anastasia também se desincompatibilizou do cargo para ser candidato e se eleger para o Senado. Ele irá iniciar o mandato no dia 1° de fevereiro.

Substituiu Anastasia o vice Alberto Pinto Coelho (PP), que completou o restante do mandado, de pouco mais de nove meses, antes de passar a faixa ao petista Fernando Pimentel, em 1° de janeiro.

Dedicado à execução de um abrangente levantamento das mazelas da era tucana, o governador Fernando Pimentel tem afirmado que o governo só vai começar para valer a partir de abril.
É quando a avaliação completa do espólio do PSDB vai permitir ao novo governo definir e orientar ações prioritárias para o estado.

Por Márcio de Morais, da Agência PT de Notícias

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

O festival de asneiras em torno dos 88 bilhões de reais da Petrobras







Uma empresa muito falada e pouco entendida
Uma empresa muito falada e pouco entendida
Raras vezes tantas tolices foram publicadas e compartilhadas em cima de um número malcompreendido.
Entre no Twitter e digite Petrobras 88 bilhões, e você encontrará uma enxurrada daquilo que de mais imbecil a mente humana pode conceber.
A cifra de 88 bilhões de reais representaria aquilo que foi desviado por corrupção na Petrobras.
Para quem tem o mínimo de familiaridade com números, é um caso parecido com o do homem de oito metros.
Mas poucos tem, e a Folha, origem dos disparates, não está entre estes raros.
Foi a Folha que deu a “informação”. Ela estaria no balanço divulgado pela Petrobras.
Depois, a Folha corrigiu o erro, mas era tarde demais: a asneira já fora transmitida e incorporada por dezenas, centenas, milhares de analfabetos políticos que incluem suspeitos de sempre como Lobão e Danilo Gentilli.
Os 88 bilhões são um cálculo aproximado de ativos supervalorizados.
Imagine que, em vez da Petrobras, se tratasse da Abril. Suponha que a Veja, o principal ativo da casa, tivesse sido avaliada num balanço em 1 bilhão de reais.
Depois, se verificaria que o valor estava inflado em 50%, digamos. No ano seguinte, o balanço corrigiria o excesso, e a Veja surgiria com o valor de 500 milhões de reais.
É mais ou menos isso.
Dentro dos 88 bilhões, existe uma parcela associada aos desvios. Mas ninguém sabe quanto é.
Na reunião de diretoria que aprovou o balanço, chegou-se a cogitar – ou chutar — uma soma de 4 bilhões em desvios, com base nos 3% de taxa de propina de que falou o ex-diretor Paulo Roberto Costa.
Os 88 bilhões não fizeram a festa apenas de internautas sem noção de grandeza de números.
Numa rápida pesquisa no Twitter, encontrei o link de uma entrevista da CBN com um economista para falar dos “88 bilhões em desvios”.
Mesmo confessando não ter condição de analisar o balanço, ele concedeu uma entrevista de mais de seis minutos.
Pobres ouvintes da CBN. Uma rádio competente jogaria luzes onde há sombras. Mas a CBN cobre áreas cinzentas com ainda mais sombras.
Mas não se pode desprezar a contribuição da Petrobras para a confusão.
Tente entender o que a empresa quis dizer na sentença abaixo, que consta do balanço e é assinada por Graça Foster. Um determinado método foi descartado, e a explicação foi a seguinte:
“O amadurecimento adquirido no desenvolvimento do trabalho tornou evidente que essa metodologia não se apresentou como uma substituta ‘proxy’ adequada para mensuração dos potenciais pagamentos indevidos, pois o ajuste seria composto de diversas parcelas de naturezas diferentes, impossível de serem quantificadas individualmente, quais sejam, mudanças nas variáveis econômicas e financeiras (taxa de câmbio, taxa de desconto, indicadores de risco e custo de capital), mudanças nas projeções de preços e margens dos insumos, mudanças nas projeções de preços, margens e demanda dos produtos comercializados, mudanças nos preços de equipamentos, insumos, salários e outros custos correlatos, bem como deficiências no planejamento do projeto (engenharia e suprimento).”
Proust podia escrever parágrafos intermináveis, pelo talento excepcional em juntar palavras, mas nenhum redator de balanços pode fazer o mesmo.
Frases curtas, simples, fáceis de entender: eis o que um balanço deve conter, para ser compreendido para além dos números.
E então você tem o cruzamento de um jornal que admite o homem de oito metros com um balanço escrito numa linguagem não identificada – parecida, apenas, com o português.
Estava tudo pronto para um festival de asneiras nas redes sociais. Falsos gênios chegaram a fazer contas: com 88 bilhões de reais você compra x Fuscas e coisas do gênero.
Claro que o PSDB não poderia faltar.
Em sua conta no Twitter, o PSDB postou um quadro que dizia que “o prejuízo da Petrobras com corrupção pode chegar a 88 bilhões de reais.”
Neste caso, não é apenas erro. É má fé. É manipulação. É cinismo.
E uma tremenda duma mentira. O presidente do PSDB, Aécio, acaba de gravar um vídeo em que diz que Dilma mente.
Antes de ser julgada, a Petrobras tem que ser compreendida.
O barulho em torno dos 88 bilhões de reais mostra que a Petrobras, embora tão falada, é uma ilustre desconhecida para muitos brasileiros. Por isso, é fácil usá-la com propósitos canalhas por quem quer tudo — menos, efetivamente, contribuir para o bem dela.
Sobre o Autor Paulo Nogueira
O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

A Globeleza desnuda o mito da interatividade na tevê






Interatividade é um dos nomes que ganham a feroz competição em que tevê e internet se engalfinham, de olho no futuro próximo da comunicação de massa.


Por Nirlando Beirão*, na Carta Capital


Reprodução
A atual Globeleza, Nayara Justino, já foi avisada que não continuará no posto de musa do carnaval da emissoraA atual Globeleza, Nayara Justino, já foi avisada que não continuará no posto de musa do carnaval da emissora
A tevê, por tradição, impõe um padrão de recepção passiva, o espectador escarrapachado na poltrona a engolir a indigente, ou indigesta, dieta que lhe é apresentada. A web, ao contrário, é hiperativa, excita o usuário a uma relação de afirmação e autonomia, liberta o internauta das amarras da grade fixa de qualquer programação.

Para estancar a irremediável migração da informação e do entretenimento para a internet, a televisão esforça-se para abrir caminhos para que o espectador saia da pasmaceira e consiga interagir com aquilo que aprendeu a assistir com distanciamento.

Reality shows como o BBB e A Fazenda oferecem a ilusão de poder decisório. Emissões como The Voice Brasil aproximam emocionalmente candidatos, artistas e seu vasto auditório eletrônico. Mas no geral o convite à participação é tão risível quanto as perguntas feitas durante partidas de futebol aos comentaristas sabichões.

A Globo chegou a pensar em deixar nas mãos, aliás, nos olhos e na fantasia dos que a frequentam a escolha da nova Globeleza, a sacolejante sílfide que preside as noitadas de carnaval tendo como figurino uma pintura de pele. Desistiu. Talvez não confie nos critérios estéticos da audiência. Talvez seja um exagero de democracia com o qual o padrão Globo não está acostumado.

Nirlando Beirão* é Jornalista e escritor, é colunista do Jornal da Record News e da Carta Capital. Foi colunista do Estado de S. Paulo e do Correio Braziliense, editor da Veja e Istoé e fundador de Caras, Wish Report e Status. É diretor-adjunto da revista Brasileiros.

Prêmio para Jornal Nacional foi armação, afirma filha de Mario Lago






A filha de Mário Lago, Graça, comentou na sua página pessoal do Facebook sobre o prêmio que leva o nome de seu pai, outorgado ao apresentador do Jornal Nacional William Bonner. Graça explica a origem da premiação e diz que  foi tudo armado para fazer um ato de defesa do telejornal.


Reprodução
Graça LagoGraça Lago
Segue o depoimento da filha de Mario Lago abaixo:

Primeiro, me apresento – sou Graça Lago, filha de Mário Lago, tenho 63 anos, 50 de militância política e 46 de jornalismo. O prêmio com o nome de papai foi instituído em 2002, ano da morte dele, e parecia uma homenagem bacana à memória dele. Nada grandioso, nem um pouco espetacular, apenas um prêmio corriqueiro de uma emissora de TV (onde ele trabalhou muitos anos) e destinado a homenagear artistas, principalmente atores. Nada especial, mas que poderia manter a sua lembrança viva. Bacana.

Nunca nos consultaram sobre isso, mas confesso que fiquei profundamente emocionada quando, passados sete meses da morte de papai, foi anunciado o prêmio, com um belo clipping sobre a trajetória dele e dedicado à grande atriz e pessoa de Laura Cardoso. Durante todos esses anos, o prêmio se manteve em um patamar honesto, com homenagens a diferentes artistas. Ainda que não concordasse com um ou outro, nenhum ofendia a memória de papai; nem na escolha e nem na cerimônia, é importantíssimo registrar.

Mas, desta vez, foi tudo diferente, foi tudo armado e instrumentalizado (como quer o bonner) para fazer da premiação um ato político, de defesa das orientações facciosas da globo e de seu principal (embora decadente) telejornal. Foi uma pretensa maneira de usar o prêmio para abafar as críticas que a partidarização doJN e de seu editor/apresentador vêm recebendo.

Em tudo o prêmio fugiu aos seus propósitos originais. Bonner não é um artista, a não ser na arte de manipular e omitir os fatos. O evento virou um circo de elogios instrumentalizados. Enaltecer a “imparcialidade” com que ele e sua parceira conduziram as entrevistas com os presidenciáveis é esquecer que ele não deu espaço para uma só resposta de Dilma Rousseff; é esquecer que ele e sua parceira ocuparam mais da metade do tempo estipulado para a entrevista com a presidenta. É esquecer que esse tratamento não foi dedicado a qualquer outro entrevistado. É esquecer que, mesmo no auge das denúncias sobre os escândalos dos aeroportos de Cláudio e Montezuma, o sr. Aécio não foi pressionado nem um terço do que foi Dilma Rousseff para explicar os flagrantes delitos dos empreendimentos. É esquecer que, mesmo frente às denúncias da ilegalidade do jato de Eduardo Campos, a sra. Marina não teve qualquer questionamento contundente (e viajava, sim, no jato). Isso para não falar de mil e outros atos de atentado à informação praticados no JN, como bem foi demonstrado pelo laboratório da Uerj.

Mas não parou aí. Ouvir o bonner criticar as redes sociais revirou o meu estômago. Ouvir o bonner chamar os que o criticam, e à Globo, de robôs instrumentalizados é inqualificável. É um atentado à democracia.

Tudo demonstra que o prêmio, criado talvez até por força de uma admiração por meu pai, foi usado este ano politicamente, para proteger com a respeitabilidade e memória de Mário Lago o que não tem respeito, nem nunca terá.

Se a intenção foi política, politicamente me manifestei. 




Não poderia ouvir calada todas essas imensas ofensas à memória de meu pai. Meu pai era um homem político, e assim se manifestava e comportava cotidianamente. Não aceitaria, jamais, ser manipulado por excrecências como essa. Vi meu pai recusar propagandas bem remuneradas por discordar politicamente delas. Sempre trabalhou e ganhou o seu salário com a maior decência.

Por sua postura, mereceu a admiração e o respeito até de homens como Roberto Marinho. No final dos anos 60, o Exército informou à Globo que queria papai como apresentador das Olimpíadas do Exército. Seria uma maneira de humilhá-lo, de jogar no lixo a sua biografia. Roberto Marinho recusou o pedido justificando da seguinte forma: “se o Mário recusar, terei que demiti-lo; se o Mário aceitar, perderei o respeito por ele”. Meio século depois, a Globo tentou jogar no lixo a biografia do meu pai. A isso digo não e me manifesto publicamente sobre a imensa farsa montada nesta premiação do jornalismo mais instrumentalizado e faccioso deste país.

Fonte: Diário do Centro do Mundo

A Globo não ataca o Governo, ataca o Estado nacional






O noticiário da Globo é tendencioso. Ninguém que seja medianamente informado pensará diferente. Entretanto, não sei se as vítimas desse noticiário perceberam que no afã de denegrir o Governo, o que está perfeitamente dentro de suas prerrogativas de imprensa livre, a Tevê Globo, sobretudo nas pessoas dos comentaristas William Wack e Carlos Sardenberg, passaram a atacar o Estado brasileiro, o que sugere crime de lesa-pátria. 


Por J. Carlos de Assis*


  
O Jornal da Globo de terça-feira (27), ultrapassou todos os limites da manipulação no sentido de execrar com a Petrobras através de uma análise distorcida de fatos e estatísticas. Os dois comentaristas tomaram por base valor de mercado, comparando-o com dívidas, para sugerir que a empresa está quebrada. É puro charlatanismo, economia de botequim, violação das mais elementares regras de jornalismo sério.

Valor de mercado não mede valor de empresa; é simplesmente um indicador de solvência de ações num dia no ambiente ultra-especulativo de bolsas de valores. O que mede o valor real de uma empresa é seu patrimônio comparado com seu endividamento. As dívidas que a Petrobras contraiu para suas atividades produtivas, notadamente do pré-sal, são muitíssimo inferiores a seu patrimônio, no qual se incluem bilhões de barris medidos de óleo do pré-sal.

Evidentemente que os dois comentaristas da Globo torcem para que o petróleo fique por tempo indefinido abaixo dos 45 dólares para inviabilizar o pré-sal brasileiro. Esqueçam isso. É uma idiotice imaginar que a baixa do petróleo durará eternamente: a própria imprensa norte-americana deu conta de que os poços em desenvolvimento do óleo e do gás de xisto, os vilões dos preços baixos, tem um tempo de vida muito inferior ao que se pensava antes.

É claro que o preço baixo do petróleo tem um forte componente geopolítico a fim de debilitar, de uma tacada, a economia russa, a economia venezuelana e a economia iraniana – e muito especialmente a primeira. Mas o fato é que atinge também empresas americanas que entraram de cabeça no xisto, assim como países “aliados” que produzem petróleo. No caso do pré-sal, ele só se tornaria inviável no mercado internacional com o barril abaixo de 45 dólares.

Os ataques dos dois comentaristas da Globo à Petrobras têm endereço certo: é parte de uma campanha contra o modelo de partilha de produção do pré-sal sob controle único da Petrobras, contra a política de conteúdo nacional nas encomendas da empresa e contra a contratação das grandes construtoras brasileiras para os serviços de construção de plataformas e outras obras civis, principalmente de refinarias.

Esses três pontos foram assinalados no discurso de Dilma como inegociáveis. É uma decisão de Estado, não apenas de Governo. Sintomaticamente, os dois comentaristas da Globo sequer mencionaram esses pontos. Preferiram dar destaque maior ao noticiário pingado da Lava Jato, que, cá pra nós, já está ficando chato na medida em que não tem nada realmente novo, mas simples repetição à exaustão de denúncias anteriores.

P.S. Talvez os dois comentaristas teriam maior simpatia pela Petrobras se parassem para dar uma olhada nos anúncios televisivos sobre a performance vitoriosa da empresa, e que ela está pagando para serem exibidos na Globo, para mim de forma absurda e injustificável.


Prouni bate recorde e tem mais de 1,3 milhão de inscritos





                   


  

O site do Prouni (Programa Universidade para Todos) bateu o recorde nesta segunda-feira (29) com mais de 1,3 milhão de inscritos por volta das 17h. Na primeira edição do ano passado, o programa registrou 1.259.285 candidatos. O prazo termina hoje às 23h59.
No site (siteprouni.mec.gov.br), os candidatos podem fazer a inscrição e consultar a nota de corte para cada curso. A primeira chamada será divulgada na segunda-feira (2).
O programa oferece bolsas no ensino superior privado com base nas notas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Em 2015, serão ofertadas 213.113 bolsas – 135.616 integrais e 77.497 parciais. As bolsas serão para 30.549 cursos, em 1.117 instituições de ensino superior privadas.
Uma vez por dia, o Prouni calcula a nota de corte, que é a menor nota para ficar entre os potencialmente pré-selecionados para cada curso, com base no número de bolsas disponíveis e no total dos candidatos inscritos no curso, por modalidade de concorrência. O candidato que desejar, pode mudar de opção até o final do período de inscrição.
De acordo com o MEC, a nota de corte é apenas uma referência para auxiliar o candidato no monitoramento de sua inscrição, não sendo garantia de pré-seleção para a vaga oferecida. O sistema do Prouni não faz o cálculo em tempo real, e a nota de corte se modifica de acordo com a nota dos inscritos. A nota de corte só será informada pelo sistema a partir do segundo dia de inscrição.
Podem concorrer às bolsas estudantes que cursaram o ensino médio na rede pública ou na rede particular, na condição de bolsista integral. É preciso ainda comprovar renda bruta familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. Para as bolsas parciais, no valor de 50% da mensalidade, a renda bruta familiar deve ser de até três salários mínimos.
Para se inscrever, o candidato deve ter participado do Enem de 2014 e obtido, no mínimo, 450 pontos na média das notas. Além disso, não pode ter tirado zero na redação. Outra condição é que ainda não tenha diploma de curso superior.
Professores do quadro permanente da rede pública de ensino que concorrerem a cursos de licenciatura também podem participar do Prouni. Nesse caso, não é necessário comprovar a renda.

Confira o número de inscritos por UF:

  • AC - 8.790
  • AL - 19.604
  • AM - 25.281
  • AP - 8.690
  • BA - 100.151
  • CE - 69.655
  • DF - 29.682
  • ES - 31.175
  • GO - 41.535
  • MA - 42.383
  • MG - 185.763
  • MS - 18.606
  • MT - 20.972
  • PA - 59.520
  • PB - 34.615
  • PE - 70.297
  • PI - 25.028
  • PR - 74.884
  • RJ - 98.172
  • RN - 30.957
  • RO - 17.048
  • RR - 3.025
  • RS - 91.034
  • SC - 28.258
  • SE - 16.787
  • SP - 247.282
  • TO - 9.750
*Com informações da Agência Brasil

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