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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

A identidade do cristão



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Ezequiel Netto

A IDENTIDADE DO CRISTÃO
Quem sou eu?
Ezequiel Netto
Quem sou eu? Para onde vou? Gastamos toda a nossa vida para responder estas simples perguntas. E é impressionante que muitos de nós chegam à idade adulta sem conseguir nenhuma pista para poder respondê-las, pois, de simples, elas não têm nada. Estes são questionamentos profundos em nossa alma, relacionados com nossa identidade e nosso destino nesta terra.
A identidade é o que define uma pessoa: nome, sobrenome, filiação, local e data de nascimento, foto. Ela também vai determinar o nosso estilo de vida, tipo de alimentação, cultura, gostos pessoais, e se você é uma pessoa sofisticada ou despojada. Uma pessoa que nasceu no interior de Rondônia vai ter costumes bem diferentes daquela que nasceu em Porto Alegre, ou na Inglaterra. Se a pessoa é descendente de portugueses terá muitos costumes diferentes de quem descende de italianos. Uma coisa simples que observei é que o carioca tem uma grande tendência a trabalhar como autônomo ou na economia informal, mas quem nasce no interior de São Paulo desenvolve sua formação profissional para trabalhar em uma grande industria. Há pouco tempo, andando pelas ruas de Salvador/BA, pude perceber que a cidade é muito parecida com o Rio de Janeiro (ambas foram colonizadas por portugueses e contaram com o trabalho de escravos africanos). A identidade é o que somos na realidade, mas também pode estar relacionada com a idéia que temos de nós mesmos. Tudo isso vai influenciar a nossa maneira de viver e agir, pois faz parte de nossa identidade.
Tão importante quanto o que somos, é o que fazemos com nossa vida e isto também está intimamente relacionado com a nossa identidade.
Quem sou eu?
O que eu vou fazer
Devemos considerar este assunto pois justamente na nossa identidade, na imagem que fazemos de nós mesmos, é onde o diabo mais ataca, fazendo com que nos tornemos infrutíferos nas mãos de Deus. Se minha identidade foi corrompida pelo diabo, minhas atitudes também serão influenciadas por isso. Idéias como estas estão bastante disseminadas no meio do povo de Deus:
Eu sou um fracasso
Não consigo fazer isso
Não vou conseguir
Não gosto de ler
Sou um Zé Ninguém
Sou muito burro
Isso não é pra mim
Não faço parte do clero, da “diretoria”
Os irmãos não gostam de mim
Sou um simples pecador salvo pela graça
Deus não se preocupa comigo
Tenho dificuldades para orar
Um fato alarmante é que estes conceitos, na maioria das vezes, nos são passados por nossos pais, avós, e parentes muito próximos – pessoas que deveriam nos proteger, que confiamos plenamente, são justamente aquelas que causam as feridas mais profundas em nosso coração. No momento em que o menino espera ouvir do pai: “meu valentão, vai lá, você vai conseguir, você é bom nisso!”, o pai se cala e ele passa o resto da vida tentando descobrir se é um homem de verdade, ou um rato, como muitas vezes foi chamado. E esta ferida da insegurança vai sangrar por toda a sua vida.
Todos nós temos duas identidades: uma natural (representada pelas informações em nosso RG) e uma espiritual (o que somos de fato diante de Deus). Em Nm 13 vemos um bom exemplo de pessoas no povo de Deus com problemas sérios em sua identidade espiritual. Moisés envia 12 príncipes a Canaã, selecionando o homem mais bem preparado de cada tribo, a fim de espiar a terra que Deus havia prometido a eles. Todos os 12 ficaram maravilhados com a região, com a qualidade dos frutos produzidos, confirmando que da terra realmente manava leite e mel, como Deus havia falado. Josué e Calebe estavam animados em possuir a terra, confiando em Deus, mas os outros dez espias chegaram a conclusões totalmente opostas:
Josué e Calebe – diante das dificuldades, tinham consciência de sua identidade espiritual, que Deus estava do lado deles e, mesmo sendo mais fracos que o inimigo, venceriam todas as batalhas (Nm 13:26-30)
Os 10 espias – sentiam-se como gafanhotos diante dos inimigos e inflamaram todo o povo para recuar (31-33)
Jesus veio para que tivéssemos não somente vida, mas vida em abundância (Jo 10:10). A vida equivale a sair do Egito, ao perdão dos pecados, a nossa salvação. Mas vida em abundância tem a ver com nossa entrada em Canaã, com uma vida de vitórias, cheia do Espírito Santo, com a plenitude, com tomar posse de todas as promessas de Deus para o seu povo. Mas para isso enfrentaremos dificuldades, teremos que guerrear, derrotar os gigantes que estão em nosso caminho. Mas muitos de nós estamos nos sentindo como gafanhotos e estão amedrontados. Outros se sentem mais inferiores ainda e não querem avançar. Já ouvi histórias de pessoas que fazem parte da liderança de igrejas que não gostam de expulsar demônios por medo do que estes possam lhes fazer. São como gafanhotos diante dos demônios e dificuldades e esquecem que quando o homem foi criado, a guerra já havia começado. Nossa decisão não é se vamos entrar ou não nesta guerra – já estamos nela! Precisamos decidir apenas se vamos ganhar ou perder.
O apóstolo Paulo orava pelos efésios para que fossem “iluminados os olhos do vosso entendimento e Deus, o Pai da Glória, vos dê espírito de sabedoria e de revelação” (Efésios 1:16-18). O nosso problema não é que não estamos em Cristo; é que não vemos, não percebemos, não temos revelação, não temos consciência do que somos e recebemos de Deus, nosso Pai. Sem este entendimento, não experimentamos a liberdade e a frutificação plena intrínseca à nossa verdadeira identidade espiritual em Cristo, expressa em sua Palavra:
Ef 1:3 Deus já nos abençoou com todas as bençãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo – já fomos abençoados, Deus já nos deu tudo o que precisamos (note que o verbo está no passado, algo que já foi feito);
1:4 nos elegeu em Cristo antes da fundação do mundo – antes de nascermos na Bahia, São Paulo ou Rio de Janeiro, estávamos em Cristo; esta é a nossa verdadeira origem; temos o sangue espiritual, somos cidadãos dos céus!
1:5 nos predestinou para sermos seus filhos – Deus é o nosso verdadeiro pai, ele nos adotou em sua família; estamos ficando até parecidos com ele…
1:12 nos predestinou para que fosse glorificado por nós; não fomos criados para pecar, para fracassar; a vitória está em nossa natureza;
2:6 nos ressuscitou com Cristo e nos fez assentar em lugares celestiais – o velho homem já morreu, somos nova criatura, e estamos em lugares celestiais; não podemos lutar contra a carne ou sangue, pois a nossa luta não é no campo natural, mas no espiritual;
Rm 5:20 onde abundou o pecado superabundou a graça
Rm 6:6 nosso velho homem já foi crucificado
Rm 6:14 o pecado não terá domínio sobre nós
Rm 8:31 se Deus é por nós, quem será contra nós?
35 quem nos separará do amor de Cristo?
37 somos mais que vencedores
Rm 16:20 Deus esmagará Satanás debaixo dos nossos pés – podemos até ter nojo ou medo de baratas, mas se for demônio, podemos pisar, esmagar!
Por isso não devemos nos sentir como gafanhotos. Alguns de nós se sentem até menores, como uma pulga que fica no gafanhoto. Essa não é a nossa identidade em Cristo. Aleluia!
Para concluir, todos nós temos traumas e feridas profundas, manias, restrições e muitas dificuldades relacionadas com nossa origem, nossa condição financeira, com a maneira pela qual fomos educados. Mas o que temos em Cristo é maior e mais verdadeiro do que o nossa identidade natural, pois já estávamos nele antes da fundação do mundo. E é assim que nós vamos vencer: em Cristo! Persegui os meus inimigos, e os alcancei, e só voltei depois de haver dado cabo deles. Esmaguei-os a tal ponto, que não puderam levantar-se; caíram sob meus pés (Sl 18:37-38).
Mas só o fato de nos convertermos, não quer dizer que temos a nossa identidade restaurada. Deus, o nosso Pai, quer nos livrar de todo trauma,toda ferida causada em nossa alma, nos dar um novo nome, como é prometido em Apocalipse (2:17): Ao vencedor, lhe darei uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe. E como escreveu John Eldredge em “Coração Selvagem” (Editora CPAD), esse nome novo apenas no sentido de não ser o nome que o mundo nos deu e certamente não é aquele que recebemos com a ferida. Nenhum homem encontrará escrito naquela pedra “filhinho da mamãe” ou “fofinho” ou “gaivota”. Mas o novo nome não é absolutamente novo enquanto você não entende que ele é o seu verdadeiro nome, aquele que lhe pertence, aquele que o Senhor tinha reservado para você em seu pensamento quando começou a formá-lo como uma criança, e que ele conservou durante o longo processo da criação e redenção.

Vamos deixar Jesus responder a pergunta que por tanto tempo vem nos acompanhando: quem sou eu?

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