
Para o presidente da cooperativa do Marchantes, Júlio Cotias, falar do matadouro não é difícil para ele, pois tem bastante conhecimento desde o início, seu funcionamento e burocracia que veio a fechar. Júlio, conta que na época que foi fechada o matadouro municipal cerca de 80% já estava pronto e dentro das normas exigido pelas entidades representativas. Salientou da fiscalização que era realizando fazendo com que as carnes chegassem de forma sadia e higiene ao mercado. Segundo Júlio a causa principal do fechamento é uma planta antiga onde a ADAB não exigem uma nova padronização dos matadouros.
Segundo Júlia quando o matadouro funcionava abatia em média 85 bois semanal.

O Vereador Judelson Queiroz (PCdoB), em sua fala lembrou as lutas dos marchantes, quando ele pode acompanhar, na épica ocupava o cargo de Secretário de Obras na Prefeitura. Segundo Judelson o fechamento deste matadouro em prejudicado em muito o comércio local, segundo ele quem tem uma cabeça de boi de pequeno porte não vale a pena levar para Feira de Santana para abater. Finalizando Judelson reclamou da ausência de alguns vereadores alegando que uma audiência como este deveria contar com 100% da presença dos parlamentares.
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