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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

5 riscos ambientais que mais ameaçam o planeta (e todos nós)






Raio


Tempestades no horizonte

São Paulo – O drama a conta gotas que assombra São Paulo traz uma lição preciosa: nossa qualidade de vida e estabilidade dependem do equilíbrio domeio ambiente.
Acontece que, em todo o mundo, a capacidade humana de interferir nessa balança aumenta numa progressão geométrica, enquanto as soluções surgem em progressão aritmética, de forma que uma nunca alcança a outra.
O saldo dessa equação é conhecido: milhares de vidas ceifadas todos os anos e bilhões de dólares perdidos em prejuízos causados por enchentessecas,terremotos, vazamentos de petróleo e outros tipos de contaminação por mar e terra.
As ameaças não dão sinais de trégua. Pesquisa divulgada nesta semana peloFórum Econômico Mundial ( a Global Risks) listou os cinco maiores ricos ambientais que ameaçam o mundo. Veja nas fotos.

Uma fotografia de 6 de novembro de 2012 mostra uma casa destruída pelo furacão Sandy, em Staten Island, no estado americano de Nova York
1. Eventos extremos (e furiosos)
Os eventos extremos são os maior risco ambiental que enfrentamos. Secas e enchentes históricas, furacões furiosos, incêndios famintos e temperaturas recordes estão em ascensão em todo o mundo, causando perdas de milhares de vidas e atrasando o desenvolvimento econômico e social por anos, se não décadas.
A conta final assusta. Para se ter uma ideia, no período entre 1970 a 2012, 8.835 desastres naturais causaram cerca de 1,94 milhão de mortes e danos econômicos de 2,3 trilhões de dólares globalmente, quase um Brasil em PIB, segundo estudo da Organização Meteorológica Mundial (OMM).

Crianças atravessam enchente nas Filipinas

2. Falha na adaptação às mudanças climáticas: estamos muito vulneráveis

Quando a tempestade chegar, é bom que estejamos preparados, não é mesmo? Mas não é isso o que tem ocorrido. A adoção de medidas de adaptação às mudanças climáticas ainda caminha a passos lentos. Segundo a pesquisa do Fórum Econômico Mundial, tantos os governos como as empresas não conseguem cumprir ou promulgar medidas eficazes para proteger as populações, nem para ajudar os negócios a se adaptarem ao humor do clima.

Mais vulneráveis aos efeitos da fúria do clima, os países pobres carecem de recursos financeiros para tornar suas cidades mais resistentes. Além de dinheiro, as nações também dependem da vontade política e de esforços consistentes. Não é uma tarefa simples, é verdade. Até porque a transformação deve abranger áreas diversas: do transporte à logística, passando pela energia e segurança alimentar, até a proteção de zonas costeiras, indústrias, saúde, entre outras. Exemplos de adaptação incluem o desenvolvimento de alimentos mais tolerantes a secas e a preservação de vegetação e áreas naturais que funcionam como barreira para inundações.

Desmatamento na Amazônia

3. Grande perda de biodiversidade e colapso de ecossistemas

O aumento populacional, acompanhado de um consumo acentuado, pressiona ainda mais os recursos naturais e afeta diretamente a biodiversidade do Planeta. Afinal, produzir alimentos e milhares de variedades de bens de consumo exige grande quantidade de terra, água, energia e matérias-primas. Para atender essas necessidades (cada vez mais insustentáveis), estamos esgotando as riquezas naturais.
Pior, sufocamos o planeta com uma descarga tóxica de toneladas de lixo e coquetéis farmacêuticos. Tal atitude, diz o relatório do Fórum Econômico Mundial, reserva consequências irreversíveis para o ambiente, como a perda de espécies animais e vegetais. Recentemente, uma série de artigos publicados na revista científica Science alertou que o mundo está passando por uma das maiores extinções de animais já vista, um problema galopante, mas pouco falado.

Mãe segura o filho em frente a uma igreja destruída por terremoto nas Filipinas

4. Catástrofes naturais impiedosas

Haiti, Indonésia, Japão e Chile: o que esses países têm em comum? Terremotos colossais que deixaram sequelas difíceis de se superar e prejuízos econômicos sem precedentes. Catástrofes naturais causadas por fenômenos geofísicos são o quarto maior risco ambiental para o mundo, de acordo com a pesquisa. “Terremotos, tsunamis, erupções vulcânicas e tempestades geomagnéticas causam enormes danos materiais e perdas humanas”, diz o estudo.

Vazamento de petróleo no Golfo do México após a explosão da plataforma Deepwater Horizon (Arquivo/AFP)

5. Desastres provocados pelo próprio homem

Vazamentos de petróleo, contaminação por materiais radioativos, poluição provocada por substâncias perigosas...A lista de desastres ambientais provocadas pelo homem é extensa e preocupante. Atualmente, mais de 200 milhões de pessoas em todo o mundo estão expostas à poluição tóxica em níveis superiores aos tolerados pelas organizações internacionais de saúde. Essas populações vivem em regiões contaminadas por metais pesados, pesticidas e até por substâncias radioativas, como o césio.

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