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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Enfermeira revela os 5 maiores arrependimentos de pacientes no leito da morte







No mundo onde vivemos, a busca incessante pelo tão cobiçado dinheiro move o mundo. Muitas vezes, tanto valor é dado aos valore$, que ficamos focados em trabalhar, trabalhar, trabalhar, para sermos recompensados “lá na frente” – ouço isso sempre-, que podemos esquecer das coisas realmente importantes e que merecem ser valorizadas.
Já diziam os Titãs:
Devia ter arriscado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer 
Como na música “Epitáfio”, ao fim da vida, estamos susceptíveis a reflexões de como vivemos; se vivemos.
Na correria do dia-a-dia, nos esquecemos de coisas que deveriam ser prioridade. Para viver nesta selva que chamamos de mundo, precisamos nos adaptar para sermos os mais fortes; não é importante ser bom, é importante ser o melhor. As pessoas buscam se armar com todos os mecanismos de defesa possíveis para se defender do mundo que as cercam, ou de si mesmas. Expectativas, fracassos, cansaço, sucesso, felicidade, etc. Nem todos conseguem lidar com sentimentos ou cobranças do mesmo jeito, é claro. Porém, alguns erros da vida tornam-se comuns e seus arrependimentos, também.
Recentemente, a enfermeira Bronnie Ware divulgou uma lista com os cinco maiores (e mais comuns) arrependimentos de seus pacientes no leito de morte, contidos também em seu livro, “The Top Five Regrets of the Dying – A Life Transformed by the Dearly Departing”.
Confira:
1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida verdadeira a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim.
Este foi o arrependimento mais comum de todos. Quando as pessoas percebem que sua vida está quase no fim e olham para trás, é fácil ver como muitos sonhos não foram realizados.”
Todos esperam aquela sua nota boa na escola e de repente, você tira uma nota vermelha. É um exemplo bobo, mas real. Sentimo-nos mal por não conseguir realizar com êxito determinada tarefa que, às vezes, nem nos importamos, mas que nossos pais se importam. Que os outros se importam.
Talvez, tomar as rédeas da sua vida seja o mais desafiante. Acabar de fato com o velho clichê “viver de aparências” e viver por si mesmo.

2. Eu gostaria de não ter trabalhado tão duro.
“Isto veio de cada paciente do sexo masculino que eu acompanhei. Eles perderam a juventude de seus filhos e o companheirismo dos parceiros. As mulheres também falaram sobre esse arrependimento. Mas, como a maioria era de uma geração mais velha, muitas das pacientes do sexo feminino não tinham sido as pessoas que sustentavam a casa.”
Pessoas passam a vida crendo que todo o labor de suas vidas, se voltará num futuro próximo como todo o prazer do qual fora privado enquanto se dedicavam ao trabalho. Parece que a máxima da vida é “trabalhe bastante, depois você será recompensado”, quando deveria ser simplesmente: “viva”.

3. Eu gostaria de ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.
Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos a fim de manter a paz com os outros. Como resultado, eles se estabeleceram por uma existência medíocre e nunca se tornaram quem eram realmente capazes de se tornar. Muitos desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ressentimento que carregavam, como resultado disso.”
Costumamos viver na nossa zona de conforto: por ser confortável, é bem mais atrativo permanecer nela. O problema também, é quando isso não se torna mais tão confortável, mas nos acostumamos (por pura conveniência), ao invés de nos arriscar por algo maior. Tudo pode falhar, é claro, bem como pode dar certo.
Entretanto, fatores como insegurança ou o medo de perder uma amizade, fazem com que muitas vezes, mantenhamos retraídos sentimentos importantes que poderiam (quem sabe) ter algum futuro, se expressos. Trocamos a leveza de dizermos o que sentimos, por uma falsa sensação de conforto emocional.

4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos.
“Muitas vezes eles não percebem verdadeiramente os benefícios de velhos amigos até estarem em seu leito de morte, e nem sempre foi possível reencontrá-los nestes últimos momentos. Muitos haviam se tornado tão envolvidos em suas próprias vidas que tinham deixado amizades de ouro escapar nos últimos anos.”
Quem nunca sentiu “saudade dos velhos tempos”? No corre-corre da vida, como poderíamos nos recordar daquele melhor amigo dos tempos da escola, ou mesmo do antigo emprego? Deixamos de valorizar as pessoas que outrora foram tão importantes em nossas vidas; não temos todo o tempo do mundo, então só nos resta ser prioritários: Dever, depois prazer. Só nos damos conta do quão sentimos falta, quando emergimos da agitação a qual estamos comumente imersos, o que fatalmente, pode ser tarde demais.

5. Eu gostaria que eu tivesse me deixado ser feliz.
“Este é surpreendentemente comum. Muitos não percebem, até o fim de que a felicidade é uma escolha. Eles haviam ficado presos em velhos padrões e hábitos. O chamado “conforto” da familiaridade transbordou em suas emoções, bem como as suas vidas físicas. O medo da mudança os fazia fingir para os outros e para si mesmos que estavam satisfeitos; quando, lá no fundo, eles ansiavam em rir e serem bobos em sua vida novamente. Quando você está no seu leito de morte, o que os outros pensam de você é muito diferente do que está em sua mente. Como é maravilhoso ser capaz de relaxar e sorrir novamente, muito antes de você estar morrendo. A vida é uma escolha. É a sua vida. Escolha conscientemente, escolha sabiamente, escolha honestamente. Escolha a felicidade.”
Todos os arrependimentos tem certa relação com o ambiente externo – é a exteriorização e comercialização da vida. O que fazer para alcançar a felicidade, parece mudar de acordo com os novos padrões de consumo, mas a lógica permanece imutável: estude, forme-se, tenha diploma, trabalhe, ganhe dinheiro, compre o que deseja e seja feliz. Ontem você era feliz com um Playstation 3 e um Xbox 360, agora você é feliz com um Playstation 4 e um Xbox One. O mundo gira, o tempo passa, as coisas mudam; exceto essa nossa mania de achar que pode-se ter aquilo de mais raro, dando o que se tem de mais comum.
O recado é simples, mas, ao que parece, as pessoas insistem em ignorá-lo: não construa a sua vida baseada em expectativas alheias. Não viva para os outros, apenas viva para você, fazendo o que realmente te faz bem. Viva! 
 Fonte:Literatortura                  Revisado por Karol Vieira
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